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Junho 19, 2017 - 22:30

Fundação Cultural de olho no setor privado

GAGA

Documentário. 'Gaga - O amor pela dança'

Foto: /Gadi Dagon/Divulgação

Paula Maria [email protected]

Com a presença de 223 grupos de todo o país, Mostra Contemporânea de Dança, Residência Artística, Oficinas e exibição de filmes, além da Mostra Competitiva, o 28º Festidança, que terminou no último domingo (18), em São José dos Campos, tem um foco claro para as próximas edições: parcerias. 

Se neste ano instituições como o Sesc, o Sesi, o Vicentina Aranha - por meio da Afac (Associação para o Fomento da Arte e da Cultura) -, a Secretaria de Estado da Cultura, a Poiesis (Instituto de Apoio à Cultura, à Língua e à Literatura) e o Fundo Social de Solidariedade estiveram presentes na construção da programação apresentada, começa agora uma nova "batalha": conquistar a atenção - e consequente investimento - do setor privado. 

"Com o estabelecimento de parcerias, ampliamos nossa atuação e demos um salto conceitual significativo do ponto de vista artístico e institucional", afirmou, em nota, Agenor Carvalho, diretor de cultura e patrimônio da FCCR (Fundação Cultural Cassiano Ricardo). 

"Para as próximas edições pretendemos seguir com as parcerias e buscar patrocinadores na iniciativa privada, aumentado não só a realização de projetos específicos como o Festidança, mas da Fundação Cultural como um todo", continuou.  

DESCENTRALIZAÇÃO. 

A ideia de descentralização das atividades dos festivais ocorridos na cidade tem se mostrado cada vez mais acertada. Mais uma vez um evento alcançou um público heterogêneo. Segundo dados divulgados pela FCCR, cerca de 10 mil pessoas acompanharam as atividades. 

Essa foi ainda a primeira vez que a instituição se valeu de um trabalho curatorial, realizado pelos bailarinos e coreógrafos Robson Jacqué e Jacqueline Gimenes.

Para eles, tornar o evento mais do que uma mostra competitiva foi a questão primordial. Por isso, o público pôde conferir um grande número de espetáculos de arte contemporânea e cuja concepção resultava em surpresa/ provocação para o público espectador. 

PREMIAÇÃO.

Divulgada oficialmente na noite do encerramento, foram premiados: o Centro Municipal de Dança de Poá, pelo figurino apresentado pela coreografia "Alegro Ma Non Troppo"; Henrique de Paula, da Cia. Pavarini, de São Paulo, foi eleito Melhor Bailarino; Thaissa Santos, da academia Dé Dance, de Francisco Morato, foi a Melhor Bailarina. 

Bruna Miragaia, da Com Passo Cia de Dança, de São José, levou o prêmio de Melhor Coreógrafo; IOA Dança Júnior, de Jundiaí, ficou com Melhor Grupo do Festival; e Grupo ASIN, também de São José, ganhou uma Menção Honrosa..

 

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