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Maio 18, 2017 - 16:12

Michel Temer afirma que não renunciará do cargo de presidente

(Brasília - DF, 29/03/2017) Cerimônia de Assinatura do Decreto que dispõe sobre o Regulamento da Inspeção Industrial e Sanitária de Produtos de Origem Animal (RIISPOA)..Foto: Marcos Corrêa/PR

Em xeque. A PF também filmou deputado indicado por Temer recebendo R$ 500 mil, destinados para o pagamento pelo silêncio de Cunha. Em outra gravação, Aécio Neves (PSDB) pediu R$ 2 milhões à JBS

Foto: Divulgação

Redação
Brasília

Em pronunciamento oficial feito na tarde desta quinta-feira (18), Michel Temer (PMDB) negou que vá renunciar ao cargo de presidente do Brasil. Na noite de quarta, o peemedebista foi alvo de denúncias de que teria dado aval para pagar o silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB), preso na Operação Lava Jato.

Temer negou todas as acusações, disse que não comprou o silêncio de Eduardo Cunha, que não tem 'nada a esconder' e que 'não tem medo de nenhuma delação'. O presidente afirmou que pediu oficialmente para ouvir o conteúdo dos áudios supostamente gravados pelo empresário antes de se pronunciar. "No Supremo, mostrarei que não tenho nenhum envolvimento com esses fatos. Não renunciarei, sei o que fiz e sei a correção dos meus atos. Exijo investigação plena para o esclarecimento ao povo brasileiro", afirmou.

Os donos da JBS afirmaram, em delação premiada à Procuradoria-Geral da República, que possuem uma gravação do presidente. Segundo o jornal O Globo, o empresário Joesley Batista, um dos donos da JBS, teria uma gravação em que diz ao presidente que estaria pagando Eduardo Cunha uma 'mesada' para que permanecesse calado na prisão. A resposta de Temer teria sido 'tem que manter isso, viu?'. A gravação teria sido em março, e Cunha teria, antes de ser preso, agido a favor da empresa na Câmara.

O empresário disse ter pago ao menos R$ 5 milhões a Cunha, e também diz que ter uma gravação em que o presidente Temer indicaria o deputado Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) para receber R$ 500 mil. Em nota publicada na noite de ontem, o presidente negou as acusações.

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