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Política
Abril 25, 2017 - 10:50

'Lei Odila' segue para análise de Ortiz

Odila

Odila

Foto: CMT/CMT

Projeto foi aprovado em segunda votação pela Câmara, nessa segunda-feira; assim como na primeira ocasião, aprovação foi unânime

Redação
Taubaté

A Câmara de Taubaté aprovou nessa segunda-feira, em segunda votação, o projeto que prevê que o pagamento de licença-prêmio para servidores municipais passe a ser feito em ordem cronológica e de forma transparente.

Assim como na primeira votação, no último dia 18, o texto teve adesão unânime dos vereadores. Agora, o projeto seguirá para análise do prefeito Ortiz Junior (PSDB).

PROJETO. Apresentado no dia 13 de fevereiro, o texto teve sua tramitação acelerada após o jornal revelar que a madrasta do prefeito Ortiz Junior (PSDB) recebeu ‘supersalário’ de R$ 78.367,40 em fevereiro, sendo R$ 58.775,55 de licença-prêmio -- a diretora de Finanças, Odila Sanches, furou ao menos 1.308 servidores na fila.

Segundo o projeto, a lista de funcionários que pediram pagamento da licença-prêmio será divulgada no Portal do Servidor, citando nome e matrícula, número do pedido, data de protocolo e o período aquisitivo.

A medida vale para todos os órgãos da administração municipal: prefeitura, Câmara, Unitau (Universidade de Taubaté) e suas fundações e IPMT (Instituto de Previdência do Município de Taubaté).

Proposto pelo vereador Guará Filho (PR), que é presidente do Sindicato dos Servidores, o texto recebeu quatro emendas – elas excetuam da ordem cronológica servidores com doenças graves ou cujas casas tenham sido afetadas por inundações ou incêndio.

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