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Abril 20, 2017 - 19:48

Indicadores da saúde da mulher pioraram na região, aponta Seade

Hospital da Mulher

Cuidado. Hospital da Mulher, em São José dos Campos. Construção da segunda fase foi cancelada

Foto: /Claudio Vieira/OVALE

Levantamento 'Painel da Saúde' mostra aumento de morte de mulheres por câncer de mama e de colo de útero, entre 2014 e 2015; número de mulheres que morreram durante a gestação também cresceu na região

Xandu Alves
São José dos Campos

Raio-x da saúde na RMVale aponta que aumentou em 50% a quantidade de gestantes que morreram durante a gravidez, além de mostrar crescimento na morte de mulheres por câncer de mama e por câncer de colo de útero.

O levantamento foi feito pela Fundação Seade por meio do "Painel Saúde". De acordo com a pesquisa, o número de gestantes que morreram durante a gravidez passou de seis mulheres em 2014 para nove em 2015. Embora pouco expressivo numericamente, os casos de óbito entre grávidas são considerados graves.

CÂNCER. Também aumentou, segundo o Seade, o número de morte de mulheres por câncer de mama, de 192 para 202, e por câncer de colo de útero, de 35 para 38.

Outro índice que oscilou negativamente, relacionado à saúde da mulher, foi o de nascidos vivos de mães menores de 18 anos de idade. Segundo o Seade, a taxa era de 6,88% em fevereiro de 2014 e caiu para 6,29% um ano depois, um pouco acima da média estadual, de 6,25%.

INFANTIL. Quanto aos indicadores da infância, a RMVale conseguiu melhorar seus índices entre 2014 e 2015. A taxa de mortalidade infantil (em mil nascidos vivos) passou de 11,71 para 10,39, tornando a região a 9ª com a menor taxa entre 17 regiões do Estado.

Por outro lado, a região está acima da média estadual (5,43) na taxa de mortalidade neonatal (as quatro primeiras semanas de vida) precoce, com 5,96. Porém, melhorou comparada ao índice em 2014, que era de 6,81 por mil nascidos vivos.

A taxa de mortalidade perinatal (22 semanas de gestação) da região, de 13,26 (por mil nascidos vivos), também ficou acima da do Estado, de 12,67.

Já a taxa de mortalidade infantil por causas evitáveis, que são os óbitos de crianças menores de um ano de idade, caiu de 8,79 (em mil nascidos vivos) para 7,81, entre 2014 e 2015, ficando abaixo da taxa estadual, de 8,27.

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